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Desde os tempos de outrora, o crescimento da barba tem sido um sinal de masculinidade , virilidade e sabedoria. 

Ao acentuar o queixo, as barbas ajudam a apresentar uma imagem mais formidável, significando robustez e força.

 

De fato, desde os homens das cavernas até Abraham Lincoln e além, as barbas têm sido uma característica intimidadora .

 

Os homens pré-históricos usavam barbas para proteger seus rostos e mantê-los aquecidos, entre outros propósitos. Nos tempos antigos, as barbas eram tão culturalmente significativas, cortá-las era uma punição e uma imensa desgraça.

 

Nos últimos anos, as barbas voltaram com uma vingança, vestidas por todos, desde atletas profissionais (particularmente durante os playoffs) até os hipsters que curtiam matcha . Mas nem todos puderam participar da diversão.

 

Alguns homens simplesmente não podem crescer barbas, não importa o quanto tentem. Eles têm o que se poderia chamar de "síndrome perpétua da cara de bebê". Esta não é uma condição médica real, mas muitos homens sofrem com isso, no entanto.

 

As barbas são produzidas por uma substância química conhecida como diidrotestosterona , que é sintetizada a partir da testosterona  - o hormônio que estimula o desenvolvimento masculino e as características sexuais.

 

A capacidade de deixar crescer a barba é ditada pela maneira como o corpo de um homem reage à testosterona.

 

Em geral, a maioria dos homens tem em torno do mesmo nível de testosterona. Mas, como destaca o New York Times, os homens que crescem com barbas grossas são mais sensíveis à testosterona do que seus pares com cara de bebê.

 

Em outras palavras, a capacidade de desenvolver barba não tem nada a ver com masculinidade, virilidade ou níveis de testosterona, e tudo a ver com a genética.

 

Porém existem algumas formas que auxiliam a ajudar a crescer a barba, mesmo quando a genética não é favorável.

 

CUIDANDO DE SI MESMO

Embora a genética desempenhe um papel importante no crescimento da barba, há outras coisas que você pode fazer para ajudá-lo a alcançar seu potencial máximo.

 

Exercício

Sim, você já ouviu falar sobre os muitos benefícios do exercício quando se trata de sua mente e corpo. Mas também pode desempenhar um papel no crescimento da sua barba:

  • Perder o excesso de peso ajuda a aumentar a testosterona, que, por sua vez, ajuda a promover o crescimento de pêlos faciais.
  • Exercícios mais curtos, mas intensivos, como o Treinamento de Intervalo de Alta Intensidade, também mostraram aumentar a testosterona.
  • O exercício melhora a circulação sanguínea e o sangue transporta proteínas e vitaminas para os folículos capilares, aumentando o crescimento. 

 

 

Dieta

Dieta, exercício - desculpe-nos se isso começar a parecer uma propaganda para sua academia local, mas tudo isso ajuda. Uma dieta saudável é outra maneira de aumentar a testosterona, particularmente uma dieta rica em proteínas.

 

Alguns bons alimentos para adicionar à sua dieta, se você ainda não os comer, incluem espinafre, nozes, azeitonas, brócolis e azeite. Você também pode adicionar um suplemento vitamínico à sua dieta, incluindo biotina ou uma multi-vitamina que contém zinco, vitamina B6 e magnésio.

 

Descansar

O sono não é apenas essencial para a sua saúde e bem-estar, mas também para o crescimento de uma barba saudável. Esforce-se por 7 a 9 horas de sono por noite.

 

Estresse

Por último, mas não menos importante, o estresse pode desempenhar um papel vital na sua busca de barba. O estresse não só pode mexer com seus hormônios masculinos, mas também pode contrair os vasos sanguíneos e fazer com que as raízes do cabelo recebam menos nutrientes. É verdade que reduzir o estresse é, às vezes, mais fácil de dizer do que fazer, mas há muitas maneiras de fazê-lo, incluindo meditação e exercícios.

 

Atualmente existem tratamentos caseiros para o crescimento da barba que vem surtindo resultados bem interessantes nesse processo.

 

Embora o crescimento de uma barba não seja ciência de foguetes, ela não é tão fácil quanto parece. Mas não deixe que remendos ásperos, trocadilhos, intimidem você. Siga as dicas mencionadas acima e as orientações e há uma boa chance que você pode até mesmo surpreender a si mesmo. Boa sorte no processo.





 

 

 

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Todos nós temos uma sudorese fisiológica, que é normal. É a forma do corpo regular a temperatura através da perda de água e sais minerais por transpiração. Acontece quando se realiza exercícios físicos ou fica exposto ao sol, por exemplo.

O problema ocorre quando o suor excessivo ocasiona desconforto e constrangimento, dificulta as atividades do dia-a-dia e interfere no trabalho, no lazer e nas atividades sociais e nesse caso se classifica como Hiperhidrose.

Se essa sudorese exagerada proporcionar também odor fétido, chama-se Bromidrose. A bromidrose é causada pela decomposição do suor, por bactérias e fungos e contribui para o aparecimento de doenças de pele

 

Sobre a hiperidrose

A sudorese é regulada pelo sistema nervoso autônomo simpático. A hiperidrose é uma patologia causada pela hiperatividade das glândulas sudoríparas. Esse fenômeno provoca a sudorese excessiva, principalmente nas mãos, pés e axilas, sem que haja necessariamente um estímulo aparente.

A hiperidrose é situação relativamente freqüente, com incidência relatada entre 0,6 a 1% da população. Não se tratando de doença grave, quanto a risco de vida, trata-se de situação extremamente desconfortável, que causa profundo embaraço social e transtornos de relacionamento e psicológicos no portador, que freqüentemente se isola socialmente e adquire hábitos procurando esconder o seu problema.

Curiosamente, por diversos fatores, uma parcela ínfima dos pacientes tem seu problema resolvido e tratado de forma eficaz e duradoura.

A hiperidrose pode ser primária ou secundária a uma doença de base como hipertiroidismo, distúrbios psiquiátricos, menopausa ou obesidade.

 

Sintomas

O início dos sintomas pode ocorrer na infância, na adolescência ou somente na idade adulta, por razões desconhecidas.

 

Eventualmente podemos encontrar história familiar.

Os pacientes referem sudorese constante, às vezes inesperada, mas a maioria deles relata fatores agravantes. Os fatores desencadeantes da sudorese excessiva são o aumento da temperatura ambiente, o exercício, a febre, a ansiedade e a ingestão de comidas condimentadas.

Geralmente há melhora dos sintomas durante o sono. O suor pode ser quente ou frio, mas a sudorese é constante.

Pode afetar todo o corpo ou ser confinada à região palmar, plantar, axilar, infra-mamária, inguinal ou cranio-facial.

São roupas constantemente molhadas e manchadas, aspecto de má higiene e impressão de descontrole emocional.

A pessoa que sofre desse mal freqüentemente se isola socialmente e adquire hábitos para esconder a sudorese excessiva. Simples atividades diárias como escrever, apertar a mão de outra pessoa, segurar papéis podem ser muito complicadas para os portadores de hiperidrose.

 

Causas

A termoregulação (regulação da temperatura corporal) está associada a dois tipos de glândulas na pele: as glândulas apócrinas e as glândulas écrinas. As glândula apócrinas estão associadas aos folículos pilosos, então estão presentes em locais da pele nos quais possuem pêlos. Mas sua relação com a hiperidrose é pouco importante.

A hipersecreção das glândulas écrinas é que causam as alterações descritas. As glândulas écrinas estão mais concentradas nas axilas, palmas das mãos e plantas dos pés, e elas sim têm importante papel na termoregulação. O excesso de secreção desta glândula écrina é que causa a hiperidrose. Existem de 2 a 5 milhões de glândulas écrinas distribuídas por todo o corpo.

As causas podem ser as mais diversas, desde obesidade, menopausa, uso de drogas antidepressivas, alterações endócrinas e neurológicas com disfunção do sistemas nervoso e até mesmo desconhecidas em alguns casos.

Quando o quadro de hiperidrose é grave, ocorre gotejamento espontâneo na região afetada. Nos casos mais graves, a pele pode ficar macerada ou mesmo fissurada.

Quando a sudorese é mais intensa na região axilar, outros sintomas desagradáveis são relatados. O exsudato pode causar odor fétido (bromidrose). O odor fétido é causado pela decomposição do suor e debris celulares de bactérias e fungos. Assim, pode contribuir para o aparecimento e manutenção de outras doenças de pele como infecções piogênicas, fúngicas, dermatite de contato, etc.

 

Mudança de hábitos de higiene pode ajudar  (se você sua demais)

  • Banho com sabonete desodorante: seu uso prolongado pode levar à dermatite.
  • Não calçar o mesmo par de sapatos por dois dias seguidos; utilizar palmilhas absorventes, que devem ser substituídas freqüentemente.
  • Evite banhos muito quentes, que elevam a temperatura do corpo, fazendo você suar muito mais após o banho.
  • Evite roupas de tecidos sintéticos, como lycra ou poliéster, que não absorvem o suor e dificultam a evaporação.
  • Uso de talco ou amido de milho natural (para os casos mais leves): deve ser aplicado entre os dedos, sob as mamas ou em pregas da pele.
  • Use loção adstringente ou lave a cada quatro horas (com sabonete neutro) o rosto, o pescoço, as axilas e as mãos, o que ameniza a sensação de desconforto causada pelo suor e evita a proliferação de bactérias e o odor desagradável.
  • Use roupas claras, pois as cores escuras evidenciam a marca de suor e absorvem mais o calor.
  • Use blusas de mangas sempre de algodão ou de linho, que absorvem o suor debaixo dos braços.

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Os nutrientes, como geradores de energia, são as fontes exógenas de produção de glicose. Desta forma, eles influenciam diretamente na elevação da glicemia. Entretanto, a quantidade e velocidade de absorção e utilização entre eles não é a mesma.

 

 

Entre 35% e 60% das proteínas são convertidas em glicose em três a quatro horas e somente 10% das gorduras podem ser convertidas em glicose em um tempo de aproximadamente cinco horas ou mais. Os carboidratos são os nutrientes que mais afetam a glicemia, pois quase 100% deles são convertidos em glicose em um tempo que pode variar de 15 minutos a duas horas.

 

Os carboidratos simples, encontrados em alimentos como o açúcar refinado, mel, doces, chocolates, bolos e balas são digeridos rapidamente no organismo e causam um rápido aumento glicêmico. Já a lenta digestão de outros tipos de carboidratos favorece a absorção gradativa para o interior das células e ajuda a estabilizar a glicemia. E dessa constatação surgiu o conceito de índice glicêmico.

 

O índice glicêmico (IG) foi proposto em 1981 com o intuito de se avaliar e classificar os alimentos com base nas respostas glicêmicas, ou seja, na capacidade que o carboidrato contido em um alimento tem em elevar a glicemia.

 

Consiste em uma escala de resposta glicêmica a uma quantidade fixa de carboidrato (50 g) quando comparado à resposta glicêmica pós-prandial de um alimento padrão, geralmente glicose ou pães.

 

Alimentos que elevam a glicemia em quantidades significativas são considerados de alto IG; os que pouco a elevam são considerados de baixo IG. O IG não depende se o carboidrato é simples ou complexo. Ex: o amido do arroz e da batata, embora seja um carboidrato complexo, tem alto IG quando comparado ao açúcar simples (frutose) de certas frutas como a maçã, que é um alimento de baixo IG.

 

As evidências sugerem que uma dieta rica em carboidratos de baixo a moderado IG, como os cereais integrais e vegetais, em detrimento do consumo de carboidratos refinados, de alto IG, como açúcar (sacarose), pode exercer um papel protetor para as doenças crônicas não transmissíveis. Níveis altos de glicose no sangue resultam em um quadro de hiperglicemia frequentemente associada ao diabetes.

 

Mas há momentos, principalmente para praticantes de exercícios físicos, em que é preciso a ingestão de uma fonte de carboidratos para rápido fornecimento de energia.

 

Nessa hora, carboidratos de alto IG são bem vindos, pois a resposta insulínica em transportar a glicose para dentro das células é acelerada, e a energia fornecida pelos carboidratos ficará prontamente disponível.  Ele é fonte de energia prontamente disponível para os exercícios, melhorando a performance durante os treinos e potencializando a ganhos da hipertrofia muscular.

 

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